Tratar de temas intimamente relacionados à cegueira, rediscutir condutas já instaladas e propor novas, definir diretrizes para as mais diversas doenças oculares, no sentido de amenizar e até impedir os seus efeitos, serão alguns dos destaques do XIX Congresso Brasileiro de Prevenção da Cegueira e Reabilitação Visual, que acontece de 29 de Setembro a 02 de outubro, no Centro de Convenções da Bahia.
O objetivo é informar aos participantes indicadores de eliminação e controle das principais causas de cegueira, metodologia de ação para implantação de planos de ação nos diversos seguimentos e atualização em diagnóstico e tratamentos clínicos e cirúrgicos.
Serão apresentadas, ainda, as proposições da ação mundial Visão 2020, uma iniciativa global para eliminar a cegueira evitável, idealizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em conjunto com a Agência Internacional para a Prevenção da Cegueira (IAPB, sigla em Inglês), com adesão de ONGs, associações profissionais, atendimento oftalmológico e corporações.
Destinado a médicos oftalmologistas, enfermeiros, psicólogos, pedagogos, fonoaudiólogos, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas, auxiliares de Oftalmologia e administradores, o Congresso terá uma programação científica abrangente sobre as principais enfermidades oftalmológicas, como Catarata, Cirurgia Refrativa, Córnea, Lentes de Contato, Glaucoma e Retina.
Grandes nomes da Oftalmologia brasileira e internacional participarão do Congresso, entre eles os Presidentes do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto Luiz D´ávila, da Associação Médica Brasileira (AMB), José Luiz Gomes do Amaral, e do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, Paulo Arruda Melo. Confira a programação completa do evento e mais informações sobre os palestrantes no site oficial do Congresso, clicando aqui.
De acordo com estudo das condições de saúde ocular no Brasil, realizado pelo Conselho Brasileiro de Oftalmologia, o país possui 1,4 milhão de cegos. Estima-se, ainda, que o contingente de pessoas com problemas de visão chegue a 4 milhões. A boa notícia é que entre 60% e 75% destes casos seriam evitáveis e/ou curáveis.
