São Paulo teve ontem a maior temperatura do ano, dia 13 de outubro, quinta-feira. A máxima chegou a 34,3 graus, bem acima da registrada em março durante o verão. O índice de radiação por raios ultravioleta, que mede os efeitos da exposição, chegou perto do ponto crítico, um sinal de alerta para os paulistanos, como mostra a reportagem de Rosana Jatobá.
Debaixo do sol intenso, a água poluída da Guarapiranga foi o refúgio de muitas pessoas neste dia quente de primavera, mas o banho proibido por causa do risco de contaminação não era o único perigo.
Ontem, o índice de radiação solar na capital chegou a 10 numa escala que vai até 11. Quem ficou exposto ao sol durante o dia sentiu na pele os efeitos dos raios ultravioleta.
O mapa da radiação mostra que os índices foram altos em quase todo o Estado, mas foi em Franca que ele chegou ao nível extremo de 11, quando a proteção deve ser intensa. Uma especialista diz que apenas filtro solar não basta.
Usar o óculos escuro porque os olhos também sofrem, se você conseguir ficar na sombra, usar roupas mais claras, de tecidos mais próximos do algodão, de fibras mais fechadas que tenham a possibilidade de refletir mais e usar filtro solar todos os dias", diz Denise Steiner, presidente da Soc. de Dermatologia de São Paulo.
